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quando lhe pedes o endereço de email. Um alfacinha dirá qualquercoisa@jimail.com, um tripeiro dirá qualquercoisa@gêmail.com

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32 comentários

De A Colher a 18.03.2015 às 22:37

Eu digo qualquercoisa@gêmail.com e não sou do Porto, nem de Lisboa. (:

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:12

Aprendi o abecedário em inglês há mais de 40 anos com a canção do «Old McDonald». ei, bi, ci, di i, efe, ji ... mas parece-me um bocadinho pretensioso. Ou é mania minha, sei lá.

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:25

Não era o «Old McDonald», era o now I know my abc next time can you sing with me.

De Ideias e Baleias a 18.03.2015 às 22:45

Eu adapto de acordo com o interlocutor (gêmail, G mail ou jimail).

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:13

É um detalhe, mas distintivo. Tem algo de snob. 

De Ideias e Baleias a 18.03.2015 às 23:43

Bem, o objectivo é que as pessoas com quem falo percebam o endereço. Para quem não percebe de inglês ou não conhece a expressão "Gmail", tenho de dizer "G mail". Senão, diria djimail :)

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:48

O serviço de webmail do Google tornou-se tão popular que podemos dizer de qualquer forma, até um chinês entende. E olha que passo o dia a aturar bancários, só para veres o grau de dificuldade a que estou habituado. ;)

De Ideias e Baleias a 03.04.2015 às 14:19

E se for dito à mãe ou ao pai que só sabe enviar e-mails (e mal) ou à amiga da mãe?
Os bancários, como exemplificou, estão num nível de conhecimentos acima da média da população, ainda que o seu convívio com eles o faça pensar que não (deduzi algo de depreciativo quanto aos bancários). Em muitas terras do interior do país, ainda há um nível de ignorância relativamente abrangente e dizer a expressão "gmail" não será compreendido certamente.

De Fernando Lopes a 03.04.2015 às 15:26

Sou um deles, obviamente sem sentido de corporação. No interior o que se nota é um gap geracional maior que nas cidades. Muita gente com 50 anos faz parte dos info-excluídos, com os jovens a coisa muda de figura. Tenho essa noção com a gente da minha aldeia adoptiva em Arcos de Valdevez.

De golimix a 18.03.2015 às 22:55

Por acaso, ou talvez não,  digo gêmail 😊

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:16

Tu já estás «aculturada» a Trás-os-Montes, e fazes tu muito bem...;)

De Kruzes Kanhoto a 18.03.2015 às 22:56

Não sou do Porto e também digo gêmail. Jimail não sei o que é.

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:15

Home du nôarte? Ou talvez seja dito das duas formas por reprodução do que se ouviu...

De .. a 18.03.2015 às 22:57

Ainda hoje me vinha à ideia uma coisa do género e o bairrismo entre "nós" e "vós" no fundo todos "uns" e os mesmos... E ainda bem! 
Também ainda hoje e porque quase sempre que o leio Fernando fico bem disposta e grata, me apeteceu fazer um post pequenino assim:


Está mais que visto que não ganharei o céu. Nem quero! Mas o que eu me divirto e sinto bem, no Purgatório (Diário) ninguém imagina.  


Mas fiquei-me pela vontade por ter um grande receio que pudesse levar a mal, ou que fosse mal interpretado, mas a interpretação é só uma e simples! O que eu gosto deste blog, é de confessar, sem bairrismo, clubismos e tudo mais com a terminação ou entoação que for! Só, mas também, por achá-lo um dos melhores que por cá anda ( e mais uma vez obrigado pelas partilhas)! Vejam lá que até me põe a comentar quando disse que me iria coibir de o fazer! A´serio! Bem haja e já agora eu digo guêmail, mas eu sou atípica. Prefiro sempre o Sapo!


Beijinhos a todos e bom resto de semana e não me leve a mal o post que não chegou a a sê-lo, sim? É com admiração genuína e carinho saudáveis!

De Fernando Lopes a 18.03.2015 às 23:20

Acho os sotaques um sinal de riqueza. Do Minho ao Algarve existem imensas formas de falar a nossa língua. É sinal de riqueza e diversidade. Provinciano é querer uniformizar os diferentes falares.


Abraço.

De redonda a 19.03.2015 às 01:44

Eu digo com o g, apesar de ter nascido em Lisboa, mas depois tenho morado sempre no Norte (em criança achava-me alfacinha...embora não apreciasse alface, nem tripas e tinha colegas que diziam - claro que completamente equivocadas porque não tenho sotaque nenhum - que falava de forma diferente...:)

De Fernando Lopes a 19.03.2015 às 08:08

Temos sempre tendência a reproduzir no falar o modo que ouvimos, é natural que já tenhas um sotaquezinho nortenho. Berdade?

De redonda a 20.03.2015 às 17:11

:) por acaso não faço ideia, mas como já não me dizem que falo diferente é porque talvez seja berdade, sim :)

De Palomina a 19.03.2015 às 12:46

Cuncordo. Image
Muito prazer!
Palomina

De Inês a 19.03.2015 às 13:02

Num podia ser mais berdade. Gêmail sim senhora! Guilty!
Ah. Feliz dia do Pai.

De Fernando Lopes a 19.03.2015 às 13:45

Obrigado é um beijo, se me permites.

De bloga-mos a 19.03.2015 às 14:04

Sou um gajo do Norte a viver em Lisboa e a malta que vou conhecendo insiste que venho de Coimbra portanto não sei que diabo de pronúncia terei. Ah: digo djimail...

De Fernando Lopes a 19.03.2015 às 15:42

Betinho! Aculturado! Fáaaaaacista!

De bloga-mos a 19.03.2015 às 18:12

Não abuses Nando não abuses...

De Fernando Lopes a 19.03.2015 às 19:02

Perdão. Já sabes que me dão estes fulgores.
Image

De bloga-mos a 20.03.2015 às 16:10

Qual perdão qual caralho saiam já 2 príncipes no Capa Negra...

De Fernando Lopes a 20.03.2015 às 16:39

Porra, pá! É que é um gosto.

De Mana do Mano Blogamos, a.k.a., Pseudo a 20.03.2015 às 16:54

Mano, por muito que te esforces a desencaminhar o Fernando, através do teu vernáculo próprio de minhoto lisboeta acompanhado dumas bejecas elípticas, duvido q.b. que o Fernando se preste a escrever esses improprérios que a Avó Natalina clamava em voz alta que não fossem proferidos, terminando os seus desejos com uns sussurros impróprios para consumo auditivo.

De bloga-mos a 20.03.2015 às 17:40

Que manias as tuas Mana. Vai lá reler Byron que isso logo te passa. Também te amo muito como bem sabes ou deverias saber. Nando, apelo à tua condescendência, a catraia tem destas coisas e foi sempre assim...

De Fernando Lopes a 20.03.2015 às 19:03

Minha cara, conhece-me mal. Sou mais do tipo «desecaminhador» que «desencaminhado». Aliás proponho uma drinking party a três. O que beber menos paga a conta.


Bloga-mos, deixa a moça expandir-se. Quem sabe não fazemos dela uma companheira de copos à maneira.

De Pseudo a 20.03.2015 às 20:57

Caro Fernando, eu sou demasiado queque para as vossas companhias, pois só bebo leite, coca-cola, Licor Beirão, tinto alentejano, João Pires e às vezes um ou outro branco a acompanhar peixe.
Mas gosto muito de o ler, sabe? E ao Mano também, apesar de achar que ele está cada vez mais um intelectual carroceiro. :)

De Fernando Lopes a 20.03.2015 às 21:39

Agradeço, mas basicamente não escrevo nada que jeito tenha. Entramos no reino dos afectos e aí o racional fica a hibernar. Quanto às suas qualidades, acho que reúne mais que suficientes para ser entronizada na confraria do «bebe mais um copo». O mano tem um Bukowski que se está a libertar. Convivo bem com isso. 

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