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O direito de morrer em paz.

por Fernando Lopes, 23 Ago 14

Leio no Público sobre a associação Dignitas e o suicídio medicamente assistido. Escapa à minha compreensão a polémica que possa existir em torno de alguém com uma doença terminal ou incapacitante seja impedido de decidir o momento da sua morte. Assisti à agonia do cancro ou Parkinson e numa situação idêntica gostava de poder decidir sobre a hora da minha partida. Nascemos porque alguém o escolheu por nós, porque se amou, até por mero acaso.  Uma vez que o direito à existência não foi opção nossa que o seja o direito à morte em situações de sofrimento e degeneração. 

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7 comentários

De Fernando Lopes a 23.08.2014 às 19:48

Se trabalhou na área da saúde presenciou muito e mais intenso que eu. Tem conhecimento técnico e in vivo do sofrimento que certas doenças causam. Assistiu a pedidos para pôr fim ao sofrimento. Acha legítimo que em nome de uma moral judaico-cristã esse pedido seja negado? 

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