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O direito de morrer em paz.

por Fernando Lopes, 23 Ago 14

Leio no Público sobre a associação Dignitas e o suicídio medicamente assistido. Escapa à minha compreensão a polémica que possa existir em torno de alguém com uma doença terminal ou incapacitante seja impedido de decidir o momento da sua morte. Assisti à agonia do cancro ou Parkinson e numa situação idêntica gostava de poder decidir sobre a hora da minha partida. Nascemos porque alguém o escolheu por nós, porque se amou, até por mero acaso.  Uma vez que o direito à existência não foi opção nossa que o seja o direito à morte em situações de sofrimento e degeneração. 

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7 comentários

De Ricardog@mail.telepac.pt a 23.08.2014 às 17:13

... Aplica-se ao direito de viver em paz :) ... Abraços Camarada!!!

De Fernando Lopes a 23.08.2014 às 19:54

Sem dúvida. O título da posta é um trocadilho com uma canção de Victor Jara «El derecho de vivir en paz» de homenagem a Ho-Chi-Minh na altura da fé revolucionária em que os vietcong eram um símbolo da resistência ao imperialismo americano. Parece que foi há 500 anos que, ainda adolescente, acreditava nestas merdas.
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