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Se perguntarem aos homens o que apreciam mais numa mulher, uma enorme percentagem dirá que é a inteligência. Uma meia verdade; olhamos primeiramente para o rosto, rabo e peito, não necessariamente por esta ordem. Depois de conhecermos a mulher em causa poderemos admirar-lhe a argúcia, mas mente quem disser que o animal, numa primeira observação, não se sobrepõe ao racional.

 

Não creio que nas mulheres seja muito diferente, talvez apenas mais subtil. As feromonas, hormonas e similares são base de uma primeira apreciação. Recuso-me a deixar de lado esta animalidade que nos é tão natural, ou como confidenciou um idoso, «meu caro amigo, o facto de não se tourear não significa que não se seja aficcionado».

 

Chegado à meia-idade e não colocando à margem o aspecto físico – sempre importante – o que verdadeiramente me motiva numa mulher é o seu coração, generosidade, empatia. Num mundo competitivo tendemos a sobrevalorizar as capacidades que nos permitem o sucesso pessoal e profissional. Admiro mulheres inteligentes, tenho-lhes até inveja, mas nada me consegue tocar tão profundamente como a capacidade de se dar, partilhar, sentir. O intelecto, por si, define parte do ser humano, dá conhecimento, capacidade de análise e solução de problemas, mas não é tudo.

 

Conheço pessoas inteligentes intrinsecamente más, que manipulam, distorcem. A inteligência sem coração é tão inútil como barco sem mar. 

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9 comentários

De redonda a 30.09.2014 às 22:33

Penso que sempre o que me atraiu mais nos outros, mulheres e homens, é precisamente a empatia e a generosidade.

De Fernando Lopes a 30.09.2014 às 23:09

Penso que será generalizado entre as pessoas que pensam com o coração. Nem sempre bom, muitas vezes causador de desilusões, mas não se contraria o que a natureza nos deu.

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