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Falar demais.

por Fernando Lopes, 2 Ago 14

Em conversa com as minhas compinchas fui demasiado duro em relação a um conhecido comum por quem nutro respeito intelectual e simpatia pessoal. Sei como são os homens, conheço demasiados que padecem de uma auto-estima inesgotável como é o caso. Não gostei do que disse, soou a má-língua, despeito ou inveja. Curioso é que um homem de cinquenta anos não se consiga colocar filtros, verbalize algo que deveria ser apenas pensamento. Ser como os malucos, dizer tudo o que se pensa, gera estas inconveniências. A ver se aprendo a ficar calado.

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17 comentários

De Xana a 02.08.2014 às 23:36

Tu não te cales!! Nós gostamos de ti assim, como os malucos! :)
Beijo,
Xana
P.S.: E não, não soou a má-língua e muito menos a despeito ou inveja. Foi só uma troca de opiniões entre amigos.

De Fernando Lopes a 03.08.2014 às 00:56

A severidade em relação aos outros é sempre mais fácil que a auto-crítica impiedosa. Há momentos em que, por muito pertinente que seja a verrina, o silêncio era mais sensato. 


Beijo.




De Xana a 03.08.2014 às 18:10

Por acaso eu acho que quanto maior a auto-crítica , maior a severidade em relação aos outros.
Mas também acho que estás a dar uma importância exagerada a um simples comentário que até só foi feito para contrapor uma posição pessoal.
E com isto me calo, que isto é um local público.
Beijo 

De Fernando Lopes a 03.08.2014 às 19:01

Há muitas razões porque gosto de de ti: humor, inteligência, absoluta falta de peneiras. Se tivéssemos os mesmos pais não seriamos muito diferente; és a minha versão em gaja, ou vice-versa. 
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Beijo.


De Dalila Sepúlveda Freitas a 04.08.2014 às 14:20

Que não te calas é verdade! Mas se te calasses não eras tu... e tudo o que disseste é verdade, aliás como sempre!!! Oh mau feitio de tão bom feitio que tens.

De Fernando Lopes a 04.08.2014 às 18:44

Devia moderar, mas quem nasce torto ... No que sobra sou como aqueles canitos que ladram, ladram, e quando se lhes faz uma festa dão ao rabo.
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De Ricardo a 03.08.2014 às 00:59

Fiquei curioso....

De Fernando Lopes a 03.08.2014 às 01:02

Nada contigo, podes padecer de muitos males, mas não de  cobiça e ego inflado, caso contrário não usaria a palavra amigo para te descrever. 

De Xana a 03.08.2014 às 18:13

Não precisas ficar, meu querido, o Fernando refere-se a uma conversa banal que teve comigo e onde se referiu o exemplo de outra pessoa. É um exagerado!...
Beijo para ti também :)

De Ana A. a 03.08.2014 às 23:11

Purgatório e... confessionário! ;)

De Fernando Lopes a 03.08.2014 às 23:42

A Ana é a pessoa que há mais tempo comigo atravessa este deserto purificador. Sabe bem que este é um blogue confessional, com o que de mau isso acarreta. Estou certo que me perdoará.

De Efeminúsculo a 04.08.2014 às 00:45

Lamento imenso os meus desabafos e "confissões," no seu espaço, não voltará a acontecer. Era o que lhe dizia no outro dia, quando me falava sobre escrever ser também uma forma de afectos e eu fiz notar as "armas de arremesso" e a nossa sociedade "pobre"... OBRIGADO Fernando, desculpe o despropósito. Na realidade não devia ter-me "alongado." Não voltará a acontecer, acredite! 

De Fernando Lopes a 04.08.2014 às 00:52

Má interpretação. A Ana e eu referia-mo-nos à minha confissão de má-língua e nada mais. Leia com calma e analise bem por favor. Não deixe que uma situação difícil lhe tolde o raciocínio.


Abraço.


De Ana A. a 04.08.2014 às 01:57

Não!  Acho que não vou perdoar!
De repente senti-me uma intrusa no meio de uma conversa de amigos, onde todos sabiam o que se passava, e quem era quem (menos eu e o Ricardo). :(

De Fernando Lopes a 04.08.2014 às 10:03

Lamento que pense assim. O tema é claro como água, a verbalização de tudo o que se pensa às vezes é um tiro no pé. Sou assim e encontro imensa dificuldade em corrigir-me. Os comentários são um bocado laterais é certo, mas não de molde a que quem quer que seja se sinta excluído.


Abraço.

De Sandra a 04.08.2014 às 08:39

Eu ando a "tentar" aprender a calar-me... Só para dizer que não está fácil a aprendizagem, porque já estou a ficar "embuchada"!! Chiça! Não é fácil, principalmente quando as pessoas não se enxergam!!

De Fernando Lopes a 04.08.2014 às 10:07

Ter o coração ao pé da boca tem-me gerado mais dissabores que alegrias, tanto a nível pessoal como profissional. Também estou nesse processo de «respirar fundo e esperar que passe», até porque às vezes não verbalizamos exactamente o que sentimos. Apesar de tudo, antes assim que hipócritas e dissimulados.
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