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E o MEC disse o que sou incapaz de verbalizar.

por Fernando Lopes, 1 Mai 14

Como escritor, não posso traçar uma linha sobre aquilo que escrevo e o que não escrevo. Não posso pensar: «Estarei a ir longe demais?» Eu quero expor-me o mais possível! Todos os escritores que admiro são os que se expõem. Ser escritor é expormo-nos. Uma pessoa tem de correr o risco de não ter graça, o risco de passar too much information  [informação excessiva], ou informação íntima que não interessa absolutamente nada… Não há confissão excessiva. As pessoas podem sentir-se desconfortáveis com essa confissão, mas o dever do escritor é expor-se, expor-se, expor-se. E escrever também tem um lado de catarse e de desafio em que uma pessoa desabafa à frente dos outros, desata aos gritos, a bater com os punhos de revolta, e não tem vergonha de o fazer.

 

Hoje pensei recorrentemente em suicídio uma vez mais...

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20 comentários

De O Abominável Careca a 01.05.2014 às 11:20

Mau Maria...

Se te apetecer tens o meu contacto e "me liga vai" para de uma vez afastarmos todos os espíritos malévolos e a receita é simples...Vários CANECOS e de certeza que as nuvens negras dissipar-se-ão!

Fico aguardar convocatória...

De Fernando Lopes a 01.05.2014 às 11:48

Obrigado, mano. Às vezes as coisas tornam-se difíceis, mas depois as nuvens negras afastam-se e deixam antever um pouco de sol.

Abraço.

De Ana A. a 01.05.2014 às 12:55

Abominável

Concordo com muitas ideias suas sobre a política em geral, mas neste caso, permita-me dizer-lhe que a anestesia etílica nunca foi solução para nada!

De golimix a 01.05.2014 às 23:19

Mas podem ficar só numa de desinibição necessária para destravar a língua. Algo que alguns homens, e não sei se será o caso do Fernando, precisam. Somente um destravador e um motivo para se encontrarem.

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