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Cenas com letras.

por Fernando Lopes, 28 Ago 14

Apanhei estes, mesmo aqui à mão, para ilustrar a posta.

 

A malta dos blogues (exceptuando Pipocas, cenas de Life&Style e quejandos) está sempre a escrever sobre livros. O pai deixou-nos uma biblioteca de mais de cinco mil exemplares, fui adquirindo livros diversos ao longo da vida. Quando estava na faculdade lia intensamente as colecções de bolso da Europa-América e Livros RTP. Apesar de me terem passado pelas mãos várias centenas, nunca, até ao início deste ano, tinha registado ou contabilizado o que lia. Como diz o meu companheiro no crime Ricardo Gonçalves, «Ler é um prazer, não um dever». Também não tenho nenhum padrão a não ser autores que já conheço ou conselhos de amigos. Hoje, ao terminar «A Polaquinha» de Dalton Trevisan, vi a lista de Janeiro até agora, que partilho sem «estrelinhas» ou juízos de valor.

 

«Histórias da Loucura Normal»

Charles Bukowski

«A Luz É Mais Antiga Que O Amor»

Ricardo Menéndez Salmón

«Um Homem De Partes»

David Lodge

«O Último Acto em Lisboa»

Robert Wilson

«Uma Mentira Mil Vezes Repetida»

Manuel Jorge Marmelo

«O Navio dos Homens»

Takiji Kobayashi

«O Anão»

Par Lagerkvist 

«Portugal, A Flor e a Foice»

J. Rentes de Carvalho

«A Estrela do Diabo»

Jo Nesbø

«A Tábua de Flandres»

Arturo Pérez-Reverte

«O Hipnotista»

Lars Kepler

«O Pássaro de Peito Vermelho»

Jo Nesbø

«O Tempo Morto É um Bom Lugar»

Manuel Jorge Marmelo

«A Polaquinha»

Dalton Trevisan

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7 comentários

De golimix a 28.08.2014 às 22:12

Oi!
Vim para te dizer que tens um desafio no meu blogue. Imagino que não gostes da ideia mas perdoa-me lá Image

De Fernando Lopes a 28.08.2014 às 22:55

Respondido em sede própria.

De André Benjamim a 29.08.2014 às 00:22

O que eu admiro em muitos bloggers é o extremo ecletismo... desconfio sempre de quem gosta de tudo... (Não recebi nem um livro de nenhuma biblioteca, todos os que tenho comprei ou ofereceram-me). Os livros são a minha maior paixão. Abc.

De Fernando Lopes a 29.08.2014 às 01:12

Há muito pedantismo no mundo dos livros, gente que leu todos os clássicos, outros de «leitura obrigatória» em que desisti ao fim de umas dezenas de páginas. Dou-lhe um exemplo: «A Piada Infinita» de David Foster Wallace . Tentei duas vezes e desisti a páginas cento e tal. Demasiado obsessivo, rendilhado, minucioso e complexo para uma mente simples como a minha. O que verdadeiramente é válido é o amor pelos livros, pelas estórias . Tive a sorte de ter um pai que sempre me incutiu o gosto pela leitura e procuro passar esse testemunho à minha filha que, curiosamente, tem como um dos locais favoritos a velha livraria Lello . 


Abraço.

De bloga-mos a 29.08.2014 às 12:45

Ando às voltas ou ele às voltas comigo com o "V" do Thomas Pynchon. Nunca tive uma relação de amor odioso com outro livro.

De Fernando Lopes a 29.08.2014 às 12:59

Li e imaginei-me a caçar crocodilos nos esgotos de Nova Iorque. É um livro psicadélico, nada fácil, onde o enredo só converge no fim. Tranquiliza-te pois não foste o único a ter dificuldade em entrar no espírito da coisa. 

De bloga-mos a 29.08.2014 às 13:30

Mas o diabo da coisa é tão bem escrita mesmo quando não percebo metade. Se sobreviver a seguir marcha o "Piada Infinita" comprado por 7.5 euros.

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