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Sua Santidade António Barreto

por Fernando Lopes, 24 Mar 11

Fonte: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com


António Barreto, personagem respeitável, mas que apanhou a mania que navega acima da política, fala com ar cândido, quase clerical. Considera importante que "os três partidos do arco democrático, se dispusessem previamente a fazer alianças e um programa consensual".
António, permita-me discordar. O momento é de ruptura, trinta anos de "partidos do arco democrático" já chegam. Odeio estes consensos alargados, em manada. Quem quiser ver este novo santo, a pairar, este mestre das evidências, pode clicar aqui. Quanto a mim digo basta! ao arco democrático.

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4 comentários

De Fenix a 24.03.2011 às 20:41

Fernando,

Eu que até gosto no geral das análises do homem, fiquei estupefacta!

Será que ninguém ainda se lembrou de "importar o remédio" que a Islândia está a plicar para sair da crise, de uma forma responsável e responsabilizante?!

Abraço
Ana

De Fernando Lopes a 24.03.2011 às 21:17

Ana,

O senhor teve uma análise, longe da qualidade que habitualmente lhe reconheço. Fez algumas observações pertinentes, mas quando descambou para os amplos consensos já era hora de mudar de canal.
Além disso, aquele ar planante,acima do comum dos mortais, chateia-me!!

Abraço,
Fernando

De O abominável careca a 25.03.2011 às 10:03

Caro Zé,
Citando esse ícone socialista de sue nome Jorge Coelho, "Os independentes são sempre muito imprevisíveis...". E acho que está tudo dito para já...
P.S.- Realmente com a idade vamos ficando cada vez mais descrentes e cépticos no que diz respeito às boas intenções da classe política!
Um Abraço

De Fernando Lopes a 25.03.2011 às 19:22

Abominável,

De facto o que António Barreto propõe é, portem-se bem, sejam politicamente correctos, votem nos partidos do arco democrático. Não me revejo nesta acomodada e aburguesada posição. Penso pelo minha cabeça. Sujeito-me a todos os erros de julgamento e análise que possa fazer. Mas prefiro assim.
Nós os independentes somos mesmo imprevisíveis.

Abraço,
Fernando

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