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A Alice, uma querida amiga cibernética, está sempre a dar-me na cabeça por causa do meu “machismo” e aselhice. E eu gosto. Desta vez, Alice, prometo que não passo dos 200 kmh. A maior parte dos gajos não compra um carro, compra status. Como bem me conhecem, sou um bruto desbocado, absolutamente a cagar para o que parece bem. Quando tive essa possibilidade, comprei um carro, ou melhor um motor com carro à volta. O veiculus familiaris chega com facilidade aos 210, 220. Vai um gajo do norte, calmamente a 180 e vê sinais de luzes desesperados. Encosta-se à direita e vê os patos bravos dos BMW e Mercedes a pensar que vão muito depressa. Zézinho deixa-os vir até seu lado e depois acelera. 210, 220, 230, 240, 250 e já chega que aquela merda é um carro, não um fórmula 1. Fico a rir-me com o ar surpreso dos candidatos a Schumacher. Prometo, querida Alice, não repetir essa parvoíce este ano.

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7 comentários

De beirão a 30.06.2013 às 18:59

Já lá vão para cima de 40 anos, um dia seguia com meu pai, num velhinho Ford, da Covilhã para o Fundão, quando, aí a meio caminho, numa extensa recta ladeada de altas árvores, um Mercedes, a altíssima velocidade para a época e para aquele tipo de estradas, nos ultrapassa, o pendura que seguia ao lado do condutor faz-nos um sinal a chamar-nos totós, e depois, numa curva, passados uns cinco minutos, meu pai e eu fomos encontrar o Mercedes meio desfeito enfaixado no tronco de uma grossa árvore. Chamado o delegado de saúde, limitou-se a confirmar o óbito daquelas duas criaturas. É a vida!

De Fernando Lopes a 30.06.2013 às 19:21

A segurança acima de tudo. Ando depressa quando posso, não sou maluco. De qualquer modo concordará que as estradas e os carros de hoje são diferentes, é um anacronismo manter os limites de velocidade de há trinta anos.

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