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A Alice, uma querida amiga cibernética, está sempre a dar-me na cabeça por causa do meu “machismo” e aselhice. E eu gosto. Desta vez, Alice, prometo que não passo dos 200 kmh. A maior parte dos gajos não compra um carro, compra status. Como bem me conhecem, sou um bruto desbocado, absolutamente a cagar para o que parece bem. Quando tive essa possibilidade, comprei um carro, ou melhor um motor com carro à volta. O veiculus familiaris chega com facilidade aos 210, 220. Vai um gajo do norte, calmamente a 180 e vê sinais de luzes desesperados. Encosta-se à direita e vê os patos bravos dos BMW e Mercedes a pensar que vão muito depressa. Zézinho deixa-os vir até seu lado e depois acelera. 210, 220, 230, 240, 250 e já chega que aquela merda é um carro, não um fórmula 1. Fico a rir-me com o ar surpreso dos candidatos a Schumacher. Prometo, querida Alice, não repetir essa parvoíce este ano.

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7 comentários

De Alice Alfazema a 29.06.2013 às 14:09

E eu a pensar desejar-te uma boa viagem, e tal e tal, e tu nisto? Não há remédio

Vejo que estás entusiasmado, come lá umas conquilhas por mim e já agora um daqueles bolinhos de amêndoa, não abuses, só um.

Quanto à promessa espero que seja cumprida.

Boa viagem, e umas excelentes férias com uns bons mergulhos!

Um abraço

De Fernando Lopes a 29.06.2013 às 14:20

Prometo, Alice, não comer como um ogre, não beber cervejas atrás de cervejas, deixar passar as velhinhas na fila para jantar, não fazer amonas às crianças na piscina, não largar flatulências no elevador and ao on ...

De Alice Alfazema a 30.06.2013 às 09:32

Deus te abençoe, o que dizes é mal do calor...

De Fernando Lopes a 30.06.2013 às 10:06

Vou partir agora e já estão 27º. Viva o ar condicionado. Ainda me lembro de nos inícios de 70 ir com os pais, num Mini Cooper, malas no tejadilho, sem ar condicionado. Até cozíamos. Beijos e até já. :)

De Alice Alfazema a 30.06.2013 às 10:15

De beirão a 30.06.2013 às 18:59

Já lá vão para cima de 40 anos, um dia seguia com meu pai, num velhinho Ford, da Covilhã para o Fundão, quando, aí a meio caminho, numa extensa recta ladeada de altas árvores, um Mercedes, a altíssima velocidade para a época e para aquele tipo de estradas, nos ultrapassa, o pendura que seguia ao lado do condutor faz-nos um sinal a chamar-nos totós, e depois, numa curva, passados uns cinco minutos, meu pai e eu fomos encontrar o Mercedes meio desfeito enfaixado no tronco de uma grossa árvore. Chamado o delegado de saúde, limitou-se a confirmar o óbito daquelas duas criaturas. É a vida!

De Fernando Lopes a 30.06.2013 às 19:21

A segurança acima de tudo. Ando depressa quando posso, não sou maluco. De qualquer modo concordará que as estradas e os carros de hoje são diferentes, é um anacronismo manter os limites de velocidade de há trinta anos.

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