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Ler.

por Fernando Lopes, 29 Mar 13

Facto é que Trevisan nunca foi homem de modas. Para desespero dos editores, neste tempo de volumes de 700 páginas de muita parra, ele conta as suas histórias com extrema secura e economia, cada frase como que a explodir de tensão, significado e mau prenuncio. Não são histórias para divertir, antes convidam ao recolhimento, à introspecção, e por vezes a um saudável susto.

 

no prefácio escrito por J. Rentes de Carvalho

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2 comentários

De carla romualdo a 01.04.2013 às 14:20

Concordo, muito recomendável.

De Fernando Lopes a 01.04.2013 às 15:09

Tão depurado que é um sussurro em forma de escrita.

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