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Exijo respeito.

por Fernando Lopes, 24 Set 12

Que o discurso político andava pelas ruas da amargura já todos sabíamos. Ontem atingiu o grau zero. Depois da fábula da cigarra e da formiga por esse grande vulto da cultura lusa, de seu nome Macedo, Marcelo deu-nos durante quinze minutos com a metáfora do "médico e o doente". Já basta. Exijo ser tratado como cidadão, não como alguém com dificuldades cognitivas. Não sou nem parvo nem criança.

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2 comentários

De Ana A. a 24.09.2012 às 21:12


Partilho da sua indignação!

Aquela sumidade leva o debate da economia e da política quase para a metafísica, ou seja, nós pobres diabos não podemos entender só temos é que acreditar e aceitar,porque os "médicos" sabem o que fazem...eu que nem sou violenta apeteceu-me partir-lhe a cara.

Abraço

De Fernando Lopes a 24.09.2012 às 21:38

Esta infantilização do discurso político é um atestado de menoridade passado aos cidadãos por este sumidades. Julgar-nos-ão um bando de retardados?

Abraço

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