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Resistir. Sempre.

por Fernando Lopes, 24 Abr 12

 

Porque resistir já não é um direito, mas uma obrigação cívica.

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16 comentários

De O Abominável Careca a 24.04.2012 às 19:34

Boas,

Infelizmente soube da notícia pela TSF, embora não concordá-se com muitos dos seus ideais foram muitas as vezes que pôs o dedo na ferida e isso nos dias de hoje já é um feito heróico!

P.S.: E pelos visto faleceu de cancro de pulmão...Vai um cigarrito?!

De Fernando Lopes a 24.04.2012 às 19:52

Um homem íntegro, uma voz respeitada, um homem de esquerda. Vai fazer muita falta.

De Xana a 24.04.2012 às 20:07

É exatamente isso, Fernando.
Estou profundamente triste com esta enorme perda.
Beijo

De Fernando Lopes a 24.04.2012 às 20:27

Amanhã, às 15h, lá estarei na Batalha com término na Fontinha. Porque se desistirmos também morremos um bocadinho.

Beijo

De Carlos Azevedo a 25.04.2012 às 02:26

Se estivesse no Porto, faria essa caminhada. É uma luta que eu compro.

Abraço.

De Fernando Lopes a 25.04.2012 às 13:14

Estás a meu lado, a participar, Carlos. :-)

Abraço

De Carlos Azevedo a 25.04.2012 às 15:16

:-)

Abraço.

De Ana A. a 24.04.2012 às 22:19

Lamento ter sido a vez dele, se fosse o irmão não se perdia nada!

Abraço
Ana

De Fernando Lopes a 24.04.2012 às 22:36

Conheço-a o suficiente para saber que as suas palavras não são sentidas. Não confundo, e a Ana também não, rivalidades políticas e ideológicas com outro tipo de sentimentos. Só existem mesmo meia dúzia de ditadores no mundo a quem celebraria a morte. Não por vingança, mas pela libertação do povo. Estou certo que concordará comigo.

Abraço,
Fernando

De Ana A. a 24.04.2012 às 22:50

Fernando,

Se fosse o irmão a morrer de certeza que eu não celebraria a sua morte, apenas com a morte deste fico triste, porque penso que era um homem íntegro e que, repito, a sua luta fará mais falta ao nosso país do que a luta do irmão, que eu sinceramente dispenso!

De Fernando Lopes a 24.04.2012 às 22:54

Entendido. Fui eu que me precipitei na análise. As minhas desculpas.

Abraço,
Fernando

De Ana A. a 24.04.2012 às 23:38

Fernando,

Então?! Não tem que pedir desculpas!

Sabe, para mim a morte não é mais que a passagem para outra dimensão do cosmos, por isso encaro-a com relativa naturalidade. Agora, que há pessoas que desejo não morram tão cedo, isso desejo.

Abraço
(lamento se o decepcionei)

De Fernando Lopes a 25.04.2012 às 00:00

Não me decepcionou e dificilmente o fará. Se interpreto mal as palavras de alguém, o mínimo que posso fazer é pedir desculpa. Estou com um mau felling em relação à manifestação em que tenciono participar amanhã, mas sinto-me na obrigação de o fazer. Daí talvez a minha leitura precipitada. Provavelmente o meu famoso sétimo sentido a induzir-me em erro. ;-)

Abraço amigo,
Fernando

De Anónimo a 25.04.2012 às 17:21

Miguel e Paulo Portas amavam-se verdadeiramente, independentemente da ideologia de cada um. Basta ver pelas fotos dos dois que por aí abundam, como há carinho no olhar de cada um quando estavam juntos.
Culto,de sorriso fácil e trato afável, firme nas suas convicções, pôs-se sempre ao lado dos mais frágeis, sem pieguices.
O Miguel, ao contrário da maioria , não precisava da plítica para enriquecer e tratar da sua vidinha.
Fossem todos assim.
Até sempre, Miguel Portas!

De Fernando Lopes a 25.04.2012 às 18:51

Plenamente de acordo. Mal estaríamos se as opções ideológicas se sobrepusessem ao amor fraternal.

Abraço,
Fernando

De bibónorte a 25.04.2012 às 17:23

bibónorte foi quem escreveu o anterior comentário.

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