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Romântico pragmático.

por Fernando Lopes, 19 Nov 15

Desde tempos imemoriais que faço de conselheiro sentimental. Nunca entendi o porquê, eu, com um curto historial de paixões, intensas e duradouras é certo, mas sem nada que mereça um átomo de interesse alheio.

 

Talvez uma das razões se prenda com o facto de amiúde me relacionar com gente mais nova. Nunca fui paternalista, talvez isso tranquilize os meus jovens amigos. Amo amar, mas também com desprendimento sou capaz de deixar que o outro voe livre, sem amarras ou convenções.

A felicidade escreve-se sempre a quatro mãos, só precisamos encontrar as duas que nos faltam para escrever a mais bela e simples forma de poesia, o amor.

 

Contava-me esse meu amigo, que por erros seus e má fortuna, se encontra afastado da mulher que ama. Tem ela outra relação que me parece tão sólida como ovo à beira do abismo. Manifestava alguma preocupação, até ligeira obsessão com o que seria o seu futuro e o da por ora inalcançável amada. Brindei-o com filosofia de algibeira que ouvi num filme: «Nunca corras atrás de mulheres ou autocarros, de uma maneira ou outra acabas sempre por ficar para trás».

 

É uma verdade crua, mas quase incontestável. A insistência não é coisa que as mulheres apreciem, têm o seu tempo e os seus mecanismos de decisão próprios, algo que nunca entenderemos. Têm também o sumo poder de dizer sim ou não, e com isso transformar a nossa existência em paraíso ou inferno. Dado esse – e outros – mistérios, é sempre melhor deixar a mulher ser o motor de arranque de uma relação. Disse.

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