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Coisas que Paulo Macedo não pode pagar

por Fernando Lopes, 2 Ago 12

À minha frente pára uma ambulância de transporte de doentes dos Voluntários Portuenses. Dela saem um mulher e uma criança com paralisia cerebral. O bombeiro, homem grisalho, de bigode farfalhudo, puxa o cabelo ao miúdo, dá-lhe marradinhas, beijos. E lembro-me de um velho slogan: "Transporte de criança: 20€ Afectividade: sem preço."

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