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Por amor de Deus, as crianças e os velhos são fracos entre os fracos. Os meus impostos e de milhões de outros cidadãos têm de servir para apoiar os mais desprotegidos. "Mas as crianças Senhor, porque lhes dais tanta dor, porque padecem assim?"

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4 comentários

De Fenix a 13.01.2012 às 19:33

Fernando,

Acho que está na hora de organizarem um Live Aid, para matar a fome aos povos meridionais da Europa...

Ah, que parva que eu sou! nunca chegaram a matar a fome a ninguém, a não ser a eles próprios!

Abraço

De Fernando Lopes a 13.01.2012 às 19:46

Ana,

Quanto toca a crianças e velhos, "viro bicho". Estamos a falar de sectores da sociedade sem capacidade organizativa ou reivindicativa. Não há greves, manifs ou sindicatos de velhos ou crianças. São, na maioria dos casos, até incapazes de roubar. Temos assistido na Grécia a mães que entregam os filhos a instituições de solidariedade porque não os podem alimentar. Façam o que entenderem, mas protejam as crianças e os velhos. Caso contrário, deixamos de ser humanos.

Abraço,

De O abominável careca a 15.01.2012 às 14:21

Boas novamente,

Por cá já não há dinheiro para as autárquias pagarem aos fornecedores as refeições escolares e na grécia os pais já entregam os filhos às instituições de solidariedade por não possuírem os meios para sustentar os próprios filhos e ou muito me engano ou a situação grega terá uma versão portuguesa e cheia de "austeridade digna" para um portugal à beira do abismo...
Continuem a saga do neo-liberalismo e veremos assiduamente nos orgãos de comunicação social os habituais responsáveis da comissão liquidatária deste nosso querido "pardeiro" com todas as soluções de austeridade que nos tentam desesperadamente inpingir...
Bom descanso que já faltam poucas horas...;)

De Fernando Lopes a 15.01.2012 às 19:19

Abominável,

Eu, tu e a maioria das pessoas de bom-senso, sabemos que esta espiral austeritária conduz a um beco sem saída. O Gaspar anuncia em Janeiro, um défice que antes de ser já o era. É lamentável que não se procure renegociar a dívida enquanto é tempo. Dentro em breve, tal como na Grécia, não restará nada para renegociar.

Abraço,

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