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No século XVIII, Samuel Jonhson, foi o autor da célebre frase "O patriotismo é o último refúgio de um canalha". Temo que os ataques patrióticos de ontem, publicados no Expresso e o vira-casacas profissional que é Fernando Nobre, estejam a provar que a frase de  Johnson é mais actual do que nunca. Os "amplos consensos" em nome do patriotismo, da solução da crise ou da intervenção do FMI, mostram uma classe que não quer abdicar dos seus privilégios e que insiste em se agarrar ao poder como náufrago à bóia.

P.S. - Após uma visita à bloga portuguesa, encontrei no jugular estes exemplos da coerência de Fernando Nobre:

Em Março:"exclui em definitivo a formação de um partido político assim como a aceitação de qualquer cargo de nomeação politico-partidária"

Nobre em Abril: "Quanto a dar um qualquer sentido de voto: nunca o farei. Respeito-vos demais para cometer tal erro"

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8 comentários

De M Manel a 11.04.2011 às 18:20

(Há bocado não acabei)
Na realidade eu achei a candidatura do Nobre uma treta e agora a treta continua, mas no período que atravessamos tudo é possível e não o apoio minimamente e para o caso ainda bem que não moro em Lisboa.
Agora gostava que me explicasses como é que um governo chefiado por José Sócrates, o ditador trapaceiro, (que é o que acontecerá se o PS+Bloco+PCP forem maioritários) pode ser alternativa a um governo chefiado por ele mesmo, que foi o que aconteceu durante seis anos.
Ou seja, queriam tirá-lo de lá e agora vão pô-lo lá outra vez?
Não vejo qual a razoabilidade dessa medida!
Parece-me também que ainda esperas dúvidas que Louçã e Jerónimo sejam mais do os bonecos do costume...
Se assim acontecer, o governo da tal esquerda maravilha estoura em três tempos.
Diz-me: achas que ele terá capacidade de dividir o poder?
Sim, é verdade - é possível que em vez de sapos engula um coelho! (Pelo menos a pele serve para alguma coisa:-)

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