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Todos pelo nome.

por Fernando Lopes, 29 Jun 16

D. Vera, Sr. Lopes, os meus colegas, Andreia, Márcio, Sr. David, Thaís, Pedro, Liliana, Guiomar, novamente Sr. Lopes, Marta. Estas são as pessoas com quem me relaciono todos os dias de trabalho. São empregados de café, donos de tabacaria, restaurante, outro café, novamente tabacaria – sou um tipo estranho, compro um maço de cigarros de manhã e outro ao fim da tarde para não gastar 8,20 euros de uma só vez. Conheço-os a todos pelo nome. Uma das mais novinhas, Thaís, está grávida. Vai ser um menino. Fiquei feliz.

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8 comentários

De Pseudo a 29.06.2016 às 20:18

Sabes que eu chorei quando ainda vivia na outra casa, do outro lado da cidade, e a Dª Julia, dona do café que eu frequentava e cujo marido (de 58 anos já estava a trabalhar na Suiça), me disse que dali a umas semanas, iria ter com o marido, pois já não aguentava mais o barco sozinha? Parecendo que não, são já parte do nosso dia-a-dia, a quem contamos as mais variadas coisas da nossa vida. Eu, pelo menos, contei-lhe muita coisa. E ambos, mais ele do que ela aliás, viram o meu filho crescer diariamente, até aos 11 anos. :)

De Fernando Lopes a 29.06.2016 às 20:25

São companheiros, às vezes confidentes, mandam uma piada, partilham angústias. Uma parte substancial da nossa vida é feita destas insignificâncias. 

De alexandra g. a 30.06.2016 às 01:35

então, que tal aspar as insignficâncias? :)

De Fernando Lopes a 30.06.2016 às 07:29

A insignificância é a norma, o momento grandioso a excepção. Não era o Sérgio Godinho que dizia que «a vida é feita de pequenos nadas»? 

De Carlos Paz a 30.06.2016 às 01:14

São pessoas, gente de carne, osso e muito mais, que (com)partilham connosco uns momentos do seu dia e do nosso!
Pessoas reais que conseguem fazer com que a nossa realidade sela mais aprazível. 
Saudades dos muitos bons momentos de interacção diária que fizeram do tempo de almoço muito mais que a satisfação de uma mera necessidade de alimentação do corpo!
Quantas vezes com esse argumento mastigador não se vivênciaram sinceras gargalhadas e reconfortantes afagos de alma?!...
Bem hajam!
  

De Fernando Lopes a 30.06.2016 às 07:26

Verdade, Carlos. Criam-se relações, afectos, cumplicidades.


P.S. - Escusado será dizer que têm perguntado por ti. :)

De Anónimo a 30.06.2016 às 11:29

Na tua ou com a tua presença toda a gente se torna especial e nem precisas de grande esforço e, naturalmente , que não me incluo nessa espécie de elite Fernandina bem muralhada de afectos.
Filipe em modo intruja 

De Fernando Lopes a 30.06.2016 às 12:29

Devo ter passado ao lado de uma carreira brilhante como RP ou psicólogo. :)

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