Sexta-feira, 18.01.13

Não pagamos!

 

O título do post é uma provocação, pois não sei se a mensagem é verdadeira. Parece um genuíno desabafo, afixado nos cinzeiros, junto ao Shopping Cidade do Porto. Para quem não conhece a cidade, o Convívio é um café-restaurante-cervejaria-marisqueira tradicional, na Boavista. É um estabelecimento de gama média, média-alta, especializado em cozinha tradicional portuguesa. Se nem os estabelecimentos prestigiados sobrevivem, o que irá acontecer aos outros? 

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Fernando Lopes às 00:01 | link do post | comentar
Sábado, 12.01.13

Roubar uma churrasqueira.

Em tempos idos, os ladrões preferiam ourivesarias ou bancos. Agora roubam-se garrafas de sumo e pacotes de batatas fritas enquanto uma criança de dois anos espera no carro, motor a trabalhar, pronta para a fuga. Se não forem condenados pelo tribunal, a ASAE ou o Ministério da Saúde não deixarão de os castigar exemplarmente pelo consumo de junk food. Aguardo a idignação dos blogues de direita contra estes perigosos criminosos, uma Al-Qaeda do frango de churrasco que inicia bebés no mundo do crime.

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Fernando Lopes às 23:18 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Terça-feira, 11.12.12

Prognósticos para 2013.

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Fernando Lopes às 19:38 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Quinta-feira, 22.11.12

100 a 200 mil, disse ele.

A escola Camilo Lourenço encontrou novo discípulo. O administrador-delegado da Siemens Portugal (who else) afirmou que "É preciso diminuir 100 a 200 mil funcionários públicos. Como sempre, A UE paga. Ainda há muito País a destruir, muito salário a diminuir até sermos a China da Europa.

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Fernando Lopes às 12:15 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Segunda-feira, 05.11.12

E que tal pagar a dívida pública com 70% de desconto em cartão?

Depois de um almoço de rojões e um branco do Douro, isto é, de barriga cheia e ligeiramente alegre é quando tenho as melhores ideias. Fazia a deslocação entre a mesa e o sofá, após a leitura do jornal dominical, quando me surgiu esta brilhante solução: porque é que não propomos à Eng.ª Merkel (sim, não sei porque é que os merdosos são todos Drs. e Merkel é tratada simplesmente por senhora) uma espécie de cartão Continente para a dívida?

 

A proposta é simples: a dívida é impagável, para 2013 só em juros serão dispendidos 7.2 mil milhões de euros, qualquer coisa como 4,3% do PIB. A solução é fácil e estou certo que perante os forretas dos nossos credores seria um sucesso.

 

Pagávamos os 7.2 mil milhões e eles faziam-nos um desconto como qualquer merceeiro que se preza (e não me digam que ela não parece uma merceeira), dando o crédito de 5 milhões mais uns trocos em cartão. Na próxima vez que fossemos aos mercados já estava lá esse crédito, pedíamos poucochinho e assim iríamos sobrevivendo. Com jeitinho ainda sobravam uns trocos para umas PPPs.

 

Dir-me-ão "que analogia idiota". Pode até ser, mas não foi João Duque, presidente do ISEG, que se saiu com a brilhante imagem do "o filme ou as pipocas"? Tenho fé nesta minha ideia e esperança em revolucionar o mercado mundial da dívida. O céu é o limite, posso até vir a ser nomeado João Duque II.

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Fernando Lopes às 08:16 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Sábado, 08.09.12

O Romney de Massamá

Passos Coelho e Vítor Gaspar nunca esconderam o encantamento quase religioso com o liberalismo à americana. Hoje, entre medidas vagas e não concretizadas de tributação ao capital , atacou-se quem estava mais à mão: os trabalhadores por conta de outrem. Dando um pontapé em 50 anos de tentativa de equilíbrio fiscal entre patronato e trabalhadores, sofrem os do costume. O Romney americano é podre de rico, casado com uma senhora vistosa de discurso fluente. O nosso representante do Tea Party vive em Massamá e desposou uma fisioterapeuta de anca larga que padece de mutismo. Cada um tem aquilo que merece.

 

P.S. - Quem quiser ler algo mais que cinismos inconsequentes, tem este magnífico post de Luís Menezes Leitão.

Fernando Lopes às 00:01 | link do post | comentar
Sexta-feira, 07.09.12

tenho medo de poder vir a ter medo

Numa entrevista à RTP, o filósofo José Gil desenvolve uma interessante análise ao momento actual da sociedade portuguesa. Com uma classe média a caminho da proletarização, a frase chave é "tenho medo de poder vir a ter medo". Enquanto noutras latitudes as preocupações se centram em doenças ou catástrofes naturais, nos países do sul as angústias maiores são a crise e o desemprego. O medo é amigo dos "mercados", da "flexibilização laboral”, do "estado social mínimo". Faz com que o recente despedimento de milhares de professores não passe de um fait divers, olhado com indiferença por outras classes socioprofissionais. Cria cidadãos angustiados, subservientes, dispostos a tudo para alimentar os seus. Como José Gil, tenho medo deste medo que lenta mas inexoravelmente se apodera de mim. E dos outros.

Fernando Lopes às 12:45 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Sábado, 01.09.12

Visto por aí ...

Tavira, Crise, saldos

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Fernando Lopes às 20:46 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Quinta-feira, 30.08.12

comboio fantasma

Da varanda do hotel onde estou hospedado tenho um posto de observação privilegiado sobre a ponte ferroviária do rio Gilão. Todos os dias, por volta das 19:15, passa um comboio no sentido Tavira-Vila Real de Santo António e passados minutos outro no sentido inverso. Envelhecido, lento, com apenas quatro ou cinco vagões de passageiros. O sol a pôr-se sobre o monte próximo torna-o translúcido. Nunca se vêem as silhuetas de passageiros, passa invariavelmente vazio.

 

Como sabem sou um defensor acérrimo dos serviços públicos, mas também da sua racionalização. Enquanto se insinua o regresso aos tratamentos de cobalto para os doentes com cancro por falta de verba, carruagens circulam vazias, sem préstimo ou serventia.

 

Num estado à míngua, sobre ocupação dos homens de negro, é isso que faz sentido: deslocar os recursos para onde são mais necessários, optimizar o dinheiros dos nossos impostos em vez de ter comboios fantasma a circular vazios só porque sim, para conforto psicológico de uma população que exige a permanência de serviços que raramente utiliza.

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Fernando Lopes às 00:01 | link do post | comentar
Segunda-feira, 06.08.12

Fechemos pois, a tasca!

As palavras de Mário Monti, minimizando o papel dos parlamentos, nada têm de surpreendente se atendermos a que são o grito de um homem desesperado, à beira de uma intervenção externa e que se trata de um primeiro ministro não eleito, não sendo provavelmente um amante intransigente da democracia parlamentar. Foi colocado no governo italiano sem eleições, numa espécie de coup d'état patrocinado pelas entidades europeias e com o beneplácito alemão.

 

Para mal dos pecados da Sra. Merkel, parece apostado em defender os interesses italianos enquanto lhe for possível, recusando o papel de gestor de massa falida ou yes-man das políticas de Berlim. Os socialistas franceses, que encheram a boca com a palavra solidariedade, agora que estão a financiar-se a custos negativos, já assobiam para o lado. A reacção germânica, de tão egoísta, autocentrada e de vistas curtas, nem me merece comentários.

 

Para um cidadão vulgar como eu, sem conhecimentos económicos, dos meandros da intriga política e dos lobbies de Bruxelas, a Europa é uma ideia falida, em que já chegamos à fase do salve-se quem puder. Estamos perante um casamento que, aparentemente, é mau para ambas as partes. Assim, o ideal de solidariedade e de uma Europa social e unida é cada vez mais uma miragem. Melhor seria pois que, como num casamento que não deu certo, cada um fosse à sua vida. Passando um ainda pior bocado é certo, mas escolhendo o seu próprio caminho.

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Fernando Lopes às 20:24 | link do post | comentar
Quinta-feira, 12.07.12

Um país em greve … se pudesse

Privado dos canais por cabo, com um acesso à net mais do que medíocre, sinto-me completamente limitado no acesso à informação. Resta-me o jornal i e os telejornais dos canais generalistas. No debate do Estado da Nação, PPC mostrou-se particularmente preocupado com merda e ventoinhas. "Não atiraremos porcaria para a ventoinha", disse o PM. Infelizmente, como todos já nos apercebemos, a merda está feita e a ventoinha empunhada pela troika encarrega-se de a espalhar por todo o continente, sendo agora a vez de Espanha. Uma nova fúria austeritária, desta vez numa nação com mais de 20% de desempregados, não terá certamente um final feliz.

 

O povo português consegue surpreender-me positivamente de quando em vez. E fê-lo ao apoiar a greve dos médicos de um modo firme e inequívoco. Em vez de atacarem as "classes privilegiadas", os inquiridos mostravam-se compreensivos e solidários com os motivos que conduziram os médicos à greve e principalmente com a defesa do SNS. Não fosse o medo, a precariedade laboral e os baixíssimos salários que não permitem abdicar de um dia de vencimento, e parece-me que Portugal inteiro entraria em greve.

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Fernando Lopes às 01:35 | link do post | comentar | ver comentários (8)
Domingo, 08.07.12

Para lá do glamour

Para lá da Quinta do Lago, das mansões de 10 milhões de euros, dos restaurantes do Gigi e Chakall, do glamour das festas chiques, existe um outro Algarve, triste e abandonado. Um passeio pelo interior, afastando-nos dois ou três quilómetros da linha de costa, revela muitos empreendimentos abandonados, aldeamentos e hotéis inacabados, lotes de terreno e moradias para venda.

 

Após a meia surpresa pelo enorme número de propriedades para venda, redobrei a atenção relativamente aos locais cuja construção ficou a meio, está parada ou simplesmente abandonada. São bastantes, como o que a foto documenta, visto ao longe parece funcional, observado de perto é o esqueleto abandonado de mais um aldeamento parado por falta de compradores, dinheiro, ou ambos.

 

O colapso da indústria da construção é evidente, por todo o país. Um modelo assente numa premissa falsa – o imobiliário nunca desvaloriza – e o fim das grandes obras públicas, levou este sector, outrora pujante e empregador de centenas de milhar, a um estertor, que arrastará consigo uma tragédia humana de dimensões inimagináveis.

 

Reabilitar, recuperar, concluir estes empreendimentos deveria fazer parte de um programa de apoio ao sector. Sem os lucros fáceis e imediatos de outrora, vender com margem mínima, contando com o apoio da banca nacional e estrangeira para acesso a crédito em condições vantajosas, não engordaria a carteira dos patos bravos que fizeram fortuna quase instantânea em tempos idos, mas permitiria manter trabalhadores e empresas activos, minimizando o colapso eminente do sector. À consideração do Ministro da Economia e de todas as mentes brilhantes do actual governo.

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Fernando Lopes às 19:42 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Terça-feira, 03.07.12

Pelos caminhos de Portugal

Viagem Porto-Algarve, todos os anos empreendida por milhares de portugueses. Como saímos tarde, paramos na Mealhada para comer uma sandes de leitão (otarice, eu sei ). Preço de cada sandes, 6,60€. A eles soube a pato, a mim já nem me caiu bem no estômago. Chegados ao hotel, vamos à loja de conveniência, comprar leite, que a M. bebe leite logo pela manhã, ainda a dormir. Preço de cada litro 1,20€. Portugal pode ter salários de terceiro mundo, mas os preços, esses são bem europeus.

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Fernando Lopes às 00:03 | link do post | comentar | ver comentários (5)
Terça-feira, 19.06.12

Sou um cliente especial

O telemóvel não pára de apitar. Recebo mensagens a provar o quão importante sou. Todo e qualquer boteco de onde alguma vez trouxe um par de peúgas e cometi a imprudência de deixar o número me contacta. A Throttleman diz que têm promoções só para mim, "um cliente especial". A Mr. Blue e a Sacoor, desconto de 50%. Até o Continente me avisa que tenho vales de desconto e se prontifica a levar-me a paparoca grátis até ao Algarve. Estou deslumbrado com este súbito estatuto que me atribuem. Mesmo as empresas que começam por Corte me oferecem bónus e mimam. Como Cortefiel ou Corte Inglês. E ele há lá nome mais adequado para a época que vivemos do que Corte.

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Fernando Lopes às 08:10 | link do post | comentar | ver comentários (5)
Quarta-feira, 13.06.12

Portugal devia jogar todos os dias

 

de manhã e à tarde. A maravilha que é percorrer uma cidade sem trânsito vale bem o sacrifício de aturar patriotismo bacoco. Hoje não houve crise, fome, desemprego. Fico feliz por Portugal ter ganho, mas não são 11 marmanjos a correr atrás de uma bola que fazem a imagem de um país. Perguntem à Espanha, campeã do mundo e da Europa quanto é que isso vale para as agências de rating. 

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Fernando Lopes às 20:48 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Quinta-feira, 17.05.12

Mantra

"Portugal não é a Grécia."

"Portugal não é a Grécia."

"Portugal não é a Grécia."

 

Repetir até que os brokers acreditem. Vêm isto a propósito da ideia peregrina de Rui Moreira, que, após a saída da Grécia do euro, a Alemanha poderia criar uma firewall para proteger os países intervencionados. Esquece-se RM que os mercados saltam barreiras mais rápido que Carl Lewis e da última firewall de Berlim, de má memória.

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Fernando Lopes às 08:30 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Segunda-feira, 14.05.12

ainda sobre empreendedorismo ...

Pessoas próximas foram acometidas pelo empreendedorismo. Num negócio que é um sucesso nos Estados Unidos, um conceito inovador, algo que a Sábado do início do ano aconselhava como um dos negócios a "explodir" em 2012. Esta coisa de ser empreendedor funciona muito melhor num país que não está em crise. Um ano, milhares de euros, muito sangue, suor e lágrimas depois, o negócio teve de fechar. Sensata a opção de recorrer a capitais próprios. Sensato também o ponto de saber onde parar. Em Portugal o único empreendedor é Soares dos Santos e outros grandes merceeiros. O povo já só têm dinheiro para pão. A parte do circo é assegurada por um rapaz loiro sem nenhuma ligação ao mundo real. 

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Fernando Lopes às 01:48 | link do post | comentar
Quinta-feira, 10.05.12

Banca, os novos senhorios de Portugal

Uma das inevitabilidades da crise é que a banca, com valores de avaliação e hipoteca muito acima do actual valor de mercado, venha a ser, no médio prazo, o novo senhorio de Portugal. As circunstâncias a isso obrigam. Entre ficar inundada de habitações para venda e consequente desvalorização decorrente do excesso de oferta, ou conseguir um valor de renda acima dos juros actualmente recebidos, não restam muito mais soluções. Nos próximos anos a Associação de Proprietários será um banco perto de si.

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Fernando Lopes às 00:08 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Segunda-feira, 07.05.12

Acabaram-se os tempos burgueses, agora frequento o hard-discount!

Sem ser obcecado pela estética, o layout e a apresentação num supermercado contam muito, porque como bem diz o povo, os olhos também comem. Até há pouco tempo conservávamos hábitos burgueses como pedir as compras pelo Continente on-line ou adquiríamos a paparoca num qualquer Modelo, que já não é Modelo, mas para mim ainda é. Numa pequena reunião familiar verificamos que o nosso tipo de consumo não era racional, isto é, comprávamos o que sempre compramos, das marcas habituais, sem olhar a preços.

Um destes dias e para fazer face a uma emergência, eu e a chefe cá de casa fomos ao Lidl. Convenhamos, aquilo é feio que dói, parecendo um armazém coberto. Fizemos as nossas compras habituais, escolhemos um ou outro produto de marca própria e tivemos algumas agradáveis surpresas. Em primeiro lugar a não negligenciável continha. Assim a olho, sem grandes observações ou recurso a estatística, a coisa pareceu-nos 20 a 30% mais barata. Nada mau. Algumas agradáveis surpresas me aguardavam no menu de degustação como agora se diz. Um flamengo e um emental decentíssimos e a saber a queijo, um presunto e paio que sem deslumbrar, não desmerecem os da concorrência, um ou dois sumos que não ficam muito atrás da Compal. Ao que me foi dado aperceber, e seguindo os ditames da moda, também estas lojas têm uma gama premium, que sem a falsa sofisticação gourmet que por aí impera, não brilham, mas são de qualidade razoável. Gostei também das carnes, cortadas com a dose certa de gordura e bem embaladas.

 

Feitas as compras do mês, teremos poupado 80€, o que nos tempos que correm não é nada desprezível. Com o facto positivo de termos demorado o mesmo tempo que a T. demora a fazer as compras via internet, fizemos exercício físico de que precisamos, num local com meia-dúzia de gatos-pingados. Dei comigo a reflectir como a crise também têm o seu lado positivo. Torna-nos consumidores mais racionais, sem que forçosamente se baixe o nível de exigência. Depois deste momento que merecia o patrocínio da referida marca, vou ali fazer uma sandes de paio e já volto.

 

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Fernando Lopes às 00:10 | link do post | comentar | ver comentários (8)
Terça-feira, 17.04.12

Juncker, um esquentador, várias estações, a mesma eficácia

 

 

"Juncker pensa que Portugal não pedirá ajuda externa",  RR, 25-03-2011

 

"Não penso que Espanha vá precisar de qualquer tipo de apoio externo",  DE, 17-04-2012

 

 

 

 

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Fernando Lopes às 13:42 | link do post | comentar
 

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