mais um dia em Portugal
Ah, o tempo. Oh, este tempo.
Para que servem os dias?
Para nos acordar, para colocar entre noites intermináveis.
E, entretanto, em todo o lado, cheques são devolvidos e contas bancárias são automaticamente fechadas.
Passwords expiram.
E todos fazem contas, comparam e prevêem.
Será o melhor dos tempos, o pior dos tempos, ou apenas um tempo?
adaptação minha de um poema de Laurie Anderson








