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Não-Amor.

por Fernando Lopes, 12 Out 16

Um não-amor pode ser um amor que não deu certo, por certo tens uma estória dessas para contar embora as mais das vezes faças de conta que esqueceste. Pode ser um enternecimento que nunca chegou a passar disso mesmo, uma paixão não correspondida, traição que fizemos ou de que fomos alvo. O não-amor dói. Dói sempre, porque embora o falhanço faça parte indelével do percurso de cada um de nós, não gostamos de o admitir perante nós e principalmente face ao outro. Mas um não-amor também é bom. São memórias. Toques. Entusiasmo pueril. Um não-amor é como a face oculta da lua, não se vê mas está sempre lá. Como uma cicatriz que permanece como memória física de uma luta que encaramos com entusiamo. Quem não sofreu com um não-amor terá mais dificuldade em saber o que é esse mistério de encontrar um amor verdadeiro, correspondido, único, total, incondicional.

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21 comentários

De Carla a 12.10.2016 às 21:05

Pode fazer de conta que o esquece ou pode começar um blogue. Ou dois... ou três! :))

De Fernando Lopes a 12.10.2016 às 22:00

Não é mau ter memórias. Faz parte da nossa história. Não sendo nada dado a metafísicas , ao contrário de alguns dos meus amigos, cito-os dizendo, é parte do «processo». :)

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