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Paro para abastecer. À minha frente uma senhora procura na carteira – e vocês sabem como são as malas das mulheres – o respectivo cartão de desconto. Comprar seja o que for transformou-se num acto complexo que requer especialização. Aquela senhora encontrou cartões do Ikea, Pingo Doce, Continente, Cortefiel, antes de chegar ao que lhe proporcionava a redução de preço almejada. Dei comigo a pensar que cá em casa também é um pouco assim, temos cartões para tudo e um par de botas. Sei que se podem conseguir benefícios consideráveis, mas a coisa entre talões, promoções e cartões de fidelização é de tal modo complexa que se me falta o empenho. Fui comprar um blazer e trouxe um cartão, no Continente vi uma maquineta que dá cupões de desconto à sorte, comprar não sei o quê traz apensos cinco euros de desconto numa próxima aquisição. Sei que faz parte do marketing, que o objectivo é fazer o consumidor comparar uma série de tretas que não necessita, fazê-lo voltar sempre à loja habitual, mas um dia com tantos cartões e benefícios cruzados, chegar, comprar, e apenas pagar será só para ETs como eu.

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20 comentários

De capeta a 27.09.2017 às 12:50


Oh Alexandra, és tão enternecedoramente ignorante que até fico meio divertido e meio triste. "Eizi-o" porquê. Divertido, porque o teu português é hilariante. Triste, porque constato que cada vez mais pessoas como tu, recorrem a um inglês reduzido a duas ou três frasezinhas pré-cozidas. Acham chique esta caganeira de escrever alguma coisa num idioma estrangeiro? Pelo contrário. Saibam que é motivo de risota. Antes de exporem a vossa parvoíce em lugares como este, aprendam um português decente...!!!  

De alexandra g. a 27.09.2017 às 13:52

Risota, ó capeta, provoca isso de assinar com 'nome' tão hilariante.
Com o pacote da minha (suposta) ignorância + parvoíce convivo bem :) 

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