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É oficial, Porto e Lisboa estão a transformar-se numa espécie de Disneylândia. Aqui no Porto, durante a Primavera, migra o afamado «camone de poupa branca». Esta espécie que se caracteriza pela cabeça branca, e por se deslocar lentamente e em bando, não é das mais destrutivas. Incomodam quando caminham na baixa, pois o seu vôo é sempre em diagonal e muda frequentemente de sentido o que torna quase impossível ultrapassá-los. Tirando isso são absolutamente inofensivos, passando grande parte do tempo alapados em esplanadas a beber bejecas.

 

Detectei a chegada de nova espécie por estes dias de verão, a «camona searching for a latin lover». De variadíssimas idades, mas sobretudo na casa dos 20, é loira, padece de excesso de peso, usa calções e chanatas. Pode ver-se ocasionalmente uma sub-espécie altamente papável, a «camona magra e arranjadinha». Certo é que os poucos machos entre os 20 e 30 que não emigraram têm enorme dificuldade em responder às solicitações, sendo que algumas destas jovens, esfomeadas e com calor, começam a baixar a fasquia. Aqui entre nós, já fui alvo de um ou dois olhares gulosos, imaginem lá o desespero. Rapazes, não se pode negligenciar a chicha nacional, que é de qualidade e é nossa.

 

Aos gajos dos Tuk-Tuk um aviso: se algum de vocês me volta a ultrapassar pela direita, juro pela minha avozinha que vos mando para o galheiro, camones incluídos. Já agora não sejam parolos e dêem alguma identidade portuguesa à merda dos tuk-tuk. Em cima o exemplo dos vossos colegas lisboetas que decoraram o veículo de origem asiática com um belíssimo padrão de azulejos.  Camelos dos segway: quando me passarem outra tangente a velocidade inapropriada, estico o cotovelo e levam com ele em cheio nos dentes. Melhor começar a fornecer capacetes integrais just in case…

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  • Fernando Lopes

    E dizemos isto como se tentar ser boa pessoa fosse...

  • pimentaeouro

    Assino por baixo.

  • Fernando Lopes

    É a nossa obrigação, Inês. Impensável ter um anima...

  • Inês

    E o contente que eu fico por saber que há mais um ...

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