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Confesso que muitas vezes páro no AXN-White para ver comédias românticas. Pode não ser o suprassumo da intelectualidade ou coisa de macho, mas aprendo algumas coisas.

 

Um dos filmes que vi recentemente circulava à volta do tema que titula o post. Sou um pai empenhado e amantíssimo. Sei que quem tem vários filhos cria com cada um deles uma relação totalmente diversa, desdobrando-se perante as diferentes personalidades. Cada um é único, individual, dá-nos amor à sua maneira e nas suas condições.

 

Posto na pele de um homem que tem outro como cuidador da sua prole, confesso que tal me deixaria desconfortável. E se ele não a compreende? E se é tão fixe que o(s) meu(s) filho(s) esquecem o pai? E se a minha figura parental é posta para canto?

 

Sendo certo que na nossa sociedade as famílias eternas são cada vez mais raras, que as crianças têm enormes adaptabilidades, que o(a) companheiro(a) do nosso(a) ex pode ser uma excelente pessoa, teria dificuldades em encarar com sensatez um «pai alternativo». Se o que temos é único, é também certo que pode ser abalado por novas vivências, experiências.

 

Vêm à tona todas as minhas inseguranças, o meu amor irracional. Não, nunca outro homem poderá ser tão bom pai quanto eu, pelo menos para a minha filha.

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