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Meus caros,

 

Estico-vos o dedo do meio. Não quero fazer publicidade a porra nenhuma. A proposta mais absurda que já recebi foi a de um qualquer fabricante de calçado que me queria pagar em géneros. Sapatos para o trabalho, quanto mais baratos melhor. Quando regresso à vida civil só uso botas de montanha. Timberland, porque são as melhores, as mais bonitas, e porque não me propõem que lhes faça publicidade.

 

Não sou daquelas gajas (ou gajos) que se vendem por uma amostra de perfume, um batom, um fim-de-semana em Tróia. Por muito que vos custe entender isto é um hobby. Se ganhasse um cêntimo que fosse com esta taberna, iria directamente para causas sociais, felizmente tenho trabalho, não preciso do vosso dinheiro.

 

Escusam de me afagar os tintims com promessas de milhões de visitantes. Estou-me a cagar para essa ilusória medida de sucesso. Muitos dos meus leitores diários tornaram-se amigos e é assim que quero que permaneça.

 

Por estas e outras razões que aqui não cabem, parem de enviar propostas publicitárias. Não faria tal nem que os marcianos invadissem a terra (piada fina de recorte político).

 

Nunca vosso,

 

Fernando Lopes

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