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Genética.

por Fernando Lopes, 4 Fev 15

Escrevo muitas vezes sobre a mulher de todas as mulheres, sangue meu, coração partilhado, criança que me habita a alma, a minha filha. Este monumento vivo de amor tem uma característica que me confunde e encanta; é gaja. Com 9 anos, tem cenas de gaja, pensamento de gaja, modus operandi de gaja.

 

Sábado. A minha mulher não pôde almoçar connosco. Convoco o amigo do costume e lá vamos à francesinha, comme d’habitude. Duas chamuças e um príncipe, pão bem torrado, Tabasco com fartura. Quando o festim se aproxima do fim, três príncipes bebidos, peço-lhe:

 

- Tilucha, podes por favor pedir um fino para o pai?

 

- O quê, ainda vais beber mais?

 

Foda-se, 1 metro e 30, 25 quilitos de gente e já me modera o consumo de bebidas alcoólicas?

 

Aqui que ninguém nos ouve, vocês mulheres já nascem assim ou frequentam aulas secretas em que menino não entra?

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