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Melhor a bem.

por Fernando Lopes, 3 Set 14

Ninguém gosta de ser rejeitado. Um rompimento afectivo é sempre gerador de angústia, frustração, desilusão. É, no fundo, uma aposta falhada, e não gostamos de falhar. Todos estes sentimentos são compreensíveis, naturais, até expectáveis. Mas há um tempo em que se deve colocar a mágoa para trás e procurar resolver os diferendos de forma cordata, civilizada. Para bem de todos. Falavam-me de um divórcio submerso num interminável litígio, em que, o dinheiro, casa, custódia dos filhos, tudo era objecto de confronto. Um dos ex-cônjuges, despeitado, resolveu levar a picuinhice ao absurdo. Não se apercebeu que a voragem de magoar o outro o estava a consumir de modo insano. Deram-lhe uma pá, em vez de tapar, resolveu escavar até à China. Vencer as frustrações, encerrar a etapa, registando o que de bom e mau aconteceu, é o caminho. Caso contrário, celebra-se um contrato com Mefistófeles.

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