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Artie Lange.

por Fernando Lopes, 1 Set 14

Conhecia-o apenas de filmes cómicos e fiquei extasiado a assistir a uma entrevista num qualquer «Late Night Show» americano. O homem, além de cómico portentoso, viveu tudo: drogas, álcool, sexo, jogo, depressão, tentativa de suicídio. Riu-se de si mesmo com uma vontade de que só os grandes são capazes. Estava a fazer a promoção ao livrito «Crash and Burn», um título que em si mesmo é um tratado. Não resisto a contar uma das pequenas estórias com que brindou a audiência:

 

Artie era frequentemente convidado para actuar em casinos de Los Angeles, entre várias razões além do seu talento, o facto de ser um jogador compulsivo, que recebia 100.000 USD de cachet e gastava 104.000 em jogo, drogas, meninas e bebida. Uma noite colocaram-no numa suite de luxo com duas belas prostitutas a acompanhar. Nos preliminares Artie tem uma vontade enorme de ir à casa de banho. Em cima de uma mesa o cachet, pó e diversos. Tinha medo de ser roubado pelas prostitutas, mas não as queria ofender mandando-as para fora do quarto. Para estranheza das profissionais pediu-lhes que batessem palmas enquanto passava pela sanita. Ninguém consegue roubar enquanto está a bater palmas. Acederam com relutância, e lá ficaram enquanto se aliviava. Confessa:

 

- Foi uma das sensações mais bizarras da minha vida. Saio a apertar as calças e lá estavam elas a bater palmas. Senti-me como um miúdo quando está a fazer «treino de sanita» e a mãe o felicita por fazer chichi no local certo.

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