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Se é certo que as questões de costumes não se referendam, é risível o circo mediático e político montado à volta da co-adopção. Num país com um milhão de desempregados, velhos espoliados, crianças que só têm uma refeição na escola, esta é uma questão de fim de linha.

 

Concordando com o princípio do respeito pelas minorias, não caio na armadilha pequeno-burguesa que tudo sorve, valorizando o acessório para fugir ao essencial. O essencial não é se os gays e lésbicas devem ter o direito de co-adoptar. Uma família homossexual estruturada pode ser melhor para uma criança que uma estrutura familiar tradicional disfuncional. Concordo com a co-adopção, com a possibilidade de um filho nascido de uma relação heterossexual ficar à guarda do progenitor(a) e companheiro(a) que assumiu a sua homossexualidade. É de senso comum. Mas enquanto se discutem estas questiúnculas esquece-se o estado calamitoso do povo, das outras crianças.

 

Um tema fetiche bem à moda do BE e das suas causas fracturantes, de quem é oriundo de famílias bem e se entretém com estas bandeiras. Escrevo também o que outros não assumem. Os homossexuais têm uma taxa de promiscuidade muito superior à dos heterossexuais. Sei bem do que falo, aos meus amigos gay não confiaria a guarda de ninguém. Estão mais interessados na próxima paixão que se apagará em menos de um fósforo. Concordando com o princípio não deixo de colocar as lutas de meia-dúzia de activistas em perspectiva. Há coisas muito mais importantes e urgentes a fazer neste país.

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