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Insignificância.

por Fernando Lopes, 10 Set 13

Ficaram zangados quando disse que, se morresse, tudo continuaria na mesma. Não deixei marca senão a da paternidade, o mundo passaria bem sem mim. Uma verdade atroz que muitos se recusam a aceitar. O tempo ensinou-me que todos somos dispensáveis, a vida segue o seu curso estejamos entre os vivos ou transformados em pó. Não é sentimento lúgubre, crise da meia-idade ou angústia existencial, apenas constatação de pequenez. Se desaparecesse, os rios correriam para o mar, as fases da lua suceder-se-iam como sempre, e além de uma ou outra vaga memória, nada restaria. Faz sentido ter a noção de insignificância.

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