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O Profeta.

por Fernando Lopes, 16 Mar 13


15 de Julho de 2010, Assembleia da República.


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Continua a baixaria. (X-Rated)

por Fernando Lopes, 16 Mar 13

- Puta! Badalhoca! Sou um corno e toda a gente se ri nas minhas costas!

- Paneleiro! Maricôncio! Piça mole!

 

As vizinhas encostavam o ouvido à janela, discretamente cobertas com cortinas que tudo encobrem, e tudo deixam antever. Os gritos, a discussão continuaram por uma boa meia hora. No meio da refrega, António agarrou Maria. O roçar dos corpos provocou-lhe entumecimento instantâneo nas partes baixas. Esfregou-se de novo e ficou ainda mais duro. Maria sentiu-o. O calor desceu à vulva, humedeceu-a, os grandes lábios cresceram, lubrificaram.

 

Apertou-lhe os seios com firmeza, baixou-lhe as saias, sentou-a no granito de cozinha e colocou-se bem no meio das suas pernas. Desceu as cuecas e passou a língua pela greta húmida. Possuiu-a com um vigor que nunca tinha sentido antes. Escorregava, firme, naquela vagina bem lubrificada que, ocasionalmente, o apertava com vigor. Como, no meio do frenesim, o pénis saia da vagina, ouviu pela primeira vez o que os entendidos chamam peidinho de cona. Antes de se vir, fê-la descer da banca, firmar o cu bem para o alto e sentir de modo diferente. Excitava-o ainda mais aquela posição que nunca antes tinha tentado. Dentro dela, a agarrar as ancas com força, enquanto a zona púbica batia suavemente no rabo generoso.

 

(... grunhidos, maior velocidade, ahhhhhhhhhhh)

 

- Porque é que não podemos viver com os nossos pecados? Mulher, eu amo-te, quero-te.

- Temos de aceitar que somos bissexuais, não achas António?

 

 

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