Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Nunca foi tão fácil reconhecer um canalha ...

por Fernando Lopes, 27 Out 11

andam todos com a bandeira na lapela ...
"O patriotismo é o último refúgio de um canalha"

Autoria e outros dados (tags, etc)

Temas:

O moço de recados

por Fernando Lopes, 27 Out 11


Jaime Resende, deputado da Assembleia Municipal, eleito pelo Movimento Matosinhos Sempre de Narciso Miranda, conseguiu facturar 16 milhões de euros em 10 minutos. O truque foi o mesmo de sempre, isto é, comprar terrenos a baixo preço por fazerem parte da REN (Reserva Ecológica Nacional). Posteriormente vem a requalificação o que aumenta exponencialmente o seu valor. Este expediente, já usado também por Valentim Loureiro e o seu filho João, enriqueceu muita gente. Mas esses tem cacife para fazer este tipo de jogadas. Tem know-how, informação privilegiada e acesso aos meios financeiros necessários a este tipo de operações. Este badameco é um merdas, um moço de recados, o 29º deputado eleito para a Assembleia Municipal e nem no site da C.M. de Matosinhos nem no da candidatura de Narciso apresenta curriculum. É, obviamente, um testa-de-ferro. E uma investigação à séria, que não se ficasse pelo peixe-miúdo e fosse à raiz do problema? Isso é que era ...

Autoria e outros dados (tags, etc)

Saraiva, tem medo, tem muito medo ...

por Fernando Lopes, 27 Out 11

José António Saraiva, deves ter medo dos indignados. Obviamente, nas tuas aulas de política, nunca te debruçaste sobre Herbert Marcuse. Mas ainda estás tempo. Porque as revoluções não se fazem através do voto, ordeiro e acarneirado, mas na rua. E é a rua que temes ...

(...) o conceito de violência encobre (...) duas formas muito diferentes: a violência institucionalizada do estado de coisas vigente e a violência da resistência, que, necessariamente, permanece ilegal em face do direito positivo. Falar de uma legalidade da resistência é um sem-sentido. Nenhum sistema social, nem mesmo o mais livre, pode, constitucionalmente, ou de alguma outra maneira, legalizar uma violência dirigida contra este sistema. Cada uma destas duas formas encobre funções opostas. Há uma violência de libertação e uma violência de opressão. Há uma violência de defesa da vida e uma violência de agressão. E ambas estas formas de violência tornaram-se forças históricas e permanecerão forças históricas. (MARCUSE, 1968b, p.56)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Feedback

subscrever feeds