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estranha forma de vida

por Fernando Lopes, 17 Ago 11


Na zona onde habito e trabalho, a Boavista, na cidade do Porto, os sem-abrigo têm crescido a olhos vistos. De uma meia-dúzia a coisa generalizou-se e está a tomar proporções alarmantes. Distribuem-se pelos jardins, portas de estabelecimentos comerciais, nichos entre prédios. Não sou dado à caridadezinha nem gosto de dizer aos outros como devem viver. Cada uma destas pessoas encerra a sua história. Uns serão sem-abrigo por opção (sim, a opção existe e há quem opte por esta "estranha forma de vida"), outros sê-lo-ão por força das circunstâncias. Há quem já tenha montado residência semi-permanente, como a foto acima ilustra. Foi tirada junto ao terminal de autocarros do Bom Sucesso. Impossível ignorar o aumento exponencial de pessoas sem um local digno para dormir. Enquanto não se criam condições para saírem deste ciclo através de apoio, formação e integração, urge fazer alguma coisa. A CMP tem a obrigação de criar uma moderna alternativa aos antigos albergues para minimizar este problema. E sempre é melhor dar comida, abrigo e higiene a quem os solicitar do que ver carrinhos de corrida às voltas na Avenida.

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Assédio publicitário

por Fernando Lopes, 17 Ago 11

Um rapaz com uma franja estranha insiste em entrar-me casa adentro umas dez vezes por hora. Sempre a falar do Continente e do cabaz. Ontem com a minha filha resolvi contar o número de vezes que o marmanjo aparecia num longo intervalo publicitário. Contei 6 (seis!). Farto de o aturar resolvi mudar de canal. Quem lá estava a rir-se para mim com o ar de que tinha acabado de ser vítima de um clister? O rapaz do Continente. Será que poderemos considerar isto um caso de assédio publicitário? Irra ...

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