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"Audácia, mais audácia, sempre mais audácia"

por Fernando Lopes, 22 Jun 11


Durante a revolução francesa George Danton disse "Audácia, mais audácia, sempre mais audácia". Como sabem a meia-dúzia de amigos que acompanham o purgatório, tenho um certo desprezo por personagens consensuais, daqueles que agradam a todos da esquerda à direita. E escrevo sobre um homem dos que inventaram a esquerda, um jacobino, que se sentava à esquerda na Assembleia Nacional, ao tempo da revolução francesa. Desde "pioneiro revolucionário" e "grande patriota" a "corrupto e violento", foi visto como um gigante revolucionário ou como sanguinário e interessado unicamente no poder. Prefiro os homens assim, controversos até na sua morte. Foi guilhotinado e terá dito "a minha única tristeza é que vou antes de Robespierre". Voltou a Paris para combater o reino do terror implantado pelos jacobinos, a limpeza decidida por Robespierre e imposta pelo governo revolucionário de então. Porque é que me lembrei disto? Por causa de certas purgas, disse e não disse, e do que actualmente se passa no BE. Impossível não estabelecer um paralelismo histórico. Quem é quem nesta história cumpre-vos decidir ...

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