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Don't worry

por Fernando Lopes, 11 Mai 11

recepção e cantoria para aquecer
na pedra onde Bob meditava
tudo por 5 USD


Passam hoje trinta anos sobre a morte de Bob Marley. Faço parte dos privilegiados que já foram em peregrinação a nine miles, antiga casa e actual mausoléu de Bob. Recordar passados três anos a mística que envolve o local é-me particularmente agradável. Apanhamos um mini-bus às 8:00. Quatro portugueses e oito espanhóis. Todos íamos em celebração de Marley e de muito do que ele representou. O orgulho negro, o modo de vida rastafari, o amor pela música e por África. Claro que o local é ponto turístico. Claro que muito do espírito se perdeu e mercantilizou. Mas muito ficou lá. Ainda hoje, apesar dos guias uniformizados e devidamente "brocados", aquele lugar tem qualquer coisa de místico. Don´t worry about a thing, 'cause everylittle thing gonna be allright!!


P.S. - Aconselho a não caírem no mesmo erro do que eu. Fumar uma broca gigante sozinho. De suores frios a quartos dançantes, foi uma experiência radical. Fumem como os jamaicanos, pouco e devagarinho. Não digam que não avisei.

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Franganito

por Fernando Lopes, 11 Mai 11

Há sítios em que nos sentimos em casa. O Franganito é um deles. Tem a magia de ter nascido no mesmo ano do que eu. Não é, de certeza, coincidência. A D. Lisete mima-nos e atura-nos, o que convenhamos, não é fácil.  Cinco galfarros com piadolas e disparates durante 99,9% do tempo. Todos os almoços, toda a semana. O Ruben como o restaurante. Pequeno, eficiente, discreto. E a comida simples, tradicional, às vezes com um toque de exotismo, mas sempre, sempre deliciosa. Afinal a paparoca custa apenas 7 euros. Convenhamos que é o bem-estar a preços moderados.

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claro como água

por Fernando Lopes, 11 Mai 11

" É um erro de análise gigantesco esse de que a Alemanha engoliu um sapo e de que fez um grande favor ao resto da Europa: a Alemanha é a maior beneficiária da moeda única. E está melhor com o euro do que estaria com o seu marco robusto mas rodeado de moedas fracas prontas a desvalorizarem-se por tudo e por nada.

Se a aceitação do euro na Alemanha não foi coisa popular na altura e se hoje os alemães pensam que o euro não lhes trouxe benefícios líquidos (se é que, de facto, a maioria deles pensa assim) - é porque também o eleitorado alemão se engana e vota mal ("lembram-se" de Março de 1933?) e o seu conhecimento económico não é infalível. A questão principal não é a Alemanha ter abandonado a sua moeda forte. A questão relevante é a Alemanha ter deixado de ser prejudicada por várias moedas prontas a serem desvalorizadas a qualquer instante (as dos seus parceiros económicos antes de aderiram ao euro)."

Ricardo Vicente no albergue espanhol.

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